Há momentos que não se tem forças para dizer o fundamental. Deixo Cartola cantar por mim...
Nada consigo fazer Quando a saudade aperta Foge-me a inspiração Sinto a alma deserta Um vazio se faz em meu peito E de fato eu sinto Em meu peito um vazio Me faltando as tuas carícias As noites são longas E eu sinto mais frio. Procuro afogar no álcool A tua lembrança Mas noto que é ridícula A minha vingança Vou seguir os conselhos De amigos E garanto que não beberei Nunca mais E com o tempo Essa imensa saudade que sinto Se esvai
Sem nada, ainda, a dizer... ouvindo música por aí, encontrei essa música que para mim é inédita, e esta veio com um alívio imediato... Bem, se eu quiser, "tenho que me aventurar"...
Hoje você é quem manda Falou, tá falado Não tem discussão, não. A minha gente hoje anda Falando de lado e olhando pro chão. Viu? Você que inventou esse Estado Inventou de inventar Toda escuridão Você que inventou o pecado Esqueceu-se de inventar o perdão
Apesar de você amanhã há de ser outro dia. Eu pergunto a você onde vai se esconder Da enorme euforia? Como vai proibir Quando o galo insistir em cantar? Água nova brotando E a gente se amando sem parar.
Quando chegar o momento Esse meu sofrimento Vou cobrar com juros. Juro! Todo esse amor reprimido, Esse grito contido, Esse samba no escuro.
Você que inventou a tristeza Ora tenha a fineza de desinventar. Você vai pagar, e é dobrado, Cada lágrima rolada Nesse meu penar.
Apesar de você Amanhã há de ser outro dia. Ainda pago pra ver O jardim florescer Qual você não queria.
Você vai se amargar Vendo o dia raiar Sem lhe pedir licença.
E eu vou morrer de rir E esse dia há de vir antes do que você pensa. Apesar de você
Apesar de você Amanhã há de ser outro dia. Você vai ter que ver A manhã renascer E esbanjar poesia.
Como vai se explicar Vendo o céu clarear, de repente, Impunemente? Como vai abafar Nosso coro a cantar, Na sua frente. Apesar de você
Apesar de você Amanhã há de ser outro dia. Você vai se dar mal, etc e tal, La, laiá, la laiá, la laiá!!!!
* E mais uma vez eu canto esta música para mim mesma. Não surtiu efeito da última vez. Situações trágicas, pedem medidas extremas. E o Chico ajuda neste momento, sei que a música está ligada à coisas maiores que a minha vida, sem menosprezar o meu dia-a-dia.
Quanto ao outro Chico, continua temperamental, e dando muito trabalho. Ele deve a mim uns calos que tenho no meu pé, e as sandálias sujas de poeira, e o danado ainda ganhou um banho, já que estava muito sujo, e de castigo na casa da vovó. Olha, os dias tem sido difíceis, apesar de não parecer. "A minha gente anda olhando para o chão, mas amanhã vai ser outro dia". Embora eu não tenha forças para acreditar nisso todos os dias. Já perdi o controle de tentar agradar gregos e troianos. Se eu tiver vontade eu digo que vou chorar, se eu não tiver vontade de falar, irei gritar pedindo silêncio. Acreditem estamos contando os dias... paciência é realmente uma virtude a ser ainda muito aprendida... Eu chorei muito, chorei mesmo, "Sólo le pido a Dios", não foi suficiene para colocar tudo para fora. E eu admito, sou pequena demais para entender porque certas coisas estão como estão. Falta de fé? Se fosse só este o problema. Reconheço ser egoísta, e não nego ser humana. É que está doendo demais... e diante dessa vida que para mim soa como "La Foule", eu me sinta como Macabéa , "sem coragem de ter esperança"... "um vago sentimento nos paralelepípedos sujos"... Esse batom vermelho é para enfrentar o mundo... a tinta na cara... "e a vida continua".... eu estou tentando... "Trust in me Baby, Give me a time!"
"Você, por exemplo, está aí com a boneca do seu lado, linda e chiquérrima, crente que é o amo e senhor do material. É, amigo, mas ela anda longe, perdida num mundo lírico e confuso, cheio de canções, aventura e magia. E você nem sequer toca a sua alma. É, as mulheres são muito estranhas, muito estranhas..."
O vento chegou trazendo o tempo frio... levou o sopro de algo que ela julgava verdadeiro... restando a torre de marfim...
Je revois la ville en fête et en délire Suffoquant sous le soleil et sous la joie Et j'entends dans la musique les cris, les rires Qui éclatent et rebondissent autour de moi Et perdue parmi ces gens qui me bousculent Étourdie, désemparée, je reste là Quand soudain, je me retourne, il se recule, Et la foule vient me jeter entre ses bras... Emportés par la foule qui nous traîne Nous entraîne Écrasés l'un contre l'autre Nous ne formons qu'un seul corps Et le flot sans effort Nous pousse, enchaînés l'un et l'autre Et nous laisse tous deux Épanouis, enivrés et heureux. Entraînés par la foule qui s'élance Et qui danse Une folle farandole Nos deux mains restent soudées Et parfois soulevés Nos deux corps enlacés s'envolent Et retombent tous deux Épanouis, enivrés et heureux... Et la joie éclaboussée par son sourire Me transperce et rejaillit au fond de moi Mais soudain je pousse un cri parmi les rires Quand la foule vient l'arracher d'entre mes bras... Emportés par la foule qui nous traîne Nous entraîne Nous éloigne l'un de l'autre Je lutte et je me débats Mais le son de sa voix S'étouffe dans les rires des autres Et je crie de douleur, de fureur et de rage Et je pleure... Entraînée par la foule qui s'élance Et qui danse Une folle farandole Je suis emportée au loin Et je crispe mes poings, maudissant la foule qui me vole L'homme qu'elle m'avait donné Et que je n'ai jamais retrouvé...
Há algum tempo recebi um e-mail intitulado "três músicas", a princípio pensei que era um daquelas correntes que falam da vida, mas não... Apenas um slide com três músicas que adoro muito, e que não conhecia as histórias verdadeiras ou os fatos que levaram os três compositores criarem músicas tão lindas... entre elas, "Flor de Lis" de Djavan, "O mundo é um moinho" de Cartola, e "Gostava tanto de Você" de Edson Trindade, mais famosa na voz do Tim Maia... todas têm algo em comum, foram feitas para as filhas dos compositores... e ao saber das três histórias, hoje escuto tais músicas com outros ouvidos... e uma delas hoje não me sai da cabeça... Ao contrário do que muita gente pensa, ao contrário do que eu pensava, a música do Edson Trindade foi escrita para a filha dele que morreu num acidente... nada de assuntos fúnebres... apenas uma saudade que não quer calar... E hoje, completa 3 meses que estou sem meu "nigrinho"... a semana de festividades foi ótima... o ruim mesmo foi mergulhar de cabeça e esquecer a tristeza de saber que ele não estaria aqui... e agora que tudo passou... fica este silêncio... e a presente conversa que tivemos naquele domingo em família... ainda não havia dito isto aqui... naquele domingo conversamos sobre tudo, a vida, amigos, trabalho, sonhos, coragem... tudo... e desculpem-me aqueles que não entendem os sacrifícios que cometerei a partir deste mês... mas é que meu sonho vale a pena... e meu pai mostrou isso para mim... e não vou me distrair... Hoje estou sozinha, não solitária, tenho amigos espalhados por aí, uma mãe estudante me dando apoio, e nunca estive tão firme em lutar por aquilo que quero... até o medo estou a fim de enfrentar... não importa o tempo que demorar... mas terá de valer a pena... e para valer eu preciso desse tempo só para mim... se for preciso vou pagar pelo preço...
Hoje eu não pude deixar de chorar e sentir saudades dele... mas nada de músicas tristes...
Paiê, te amo sempre!!!
"Não sei porque você se foi Quantas saudades eu senti E de tristezas vou viver E aquele adeus não pude dar...
Você marcou na minha vida Viveu, morreu Na minha história Chego a ter medo do futuro E da solidão Que em minha porta bate...
E eu! Gostava tanto de você Gostava tanto de você...
Eu corro, fujo desta sombra Em sonho vejo este passado E na parede do meu quarto Ainda está o seu retrato Não quero ver prá não lembrar Pensei até em me mudar Lugar qualquer que não exista O pensamento em você...
E eu! Gostava tanto de você Gostava tanto de você..."
* A título de curiosidade, a música do Djavan foi feita para a esposa e a filha que morreram no parto, daí entendi o porquê "do pé que brotou Maria, nem margarida nasceu". E a música do Cartola, ele fez a filha que decidiu seguir a vida de prostituta.
Paga-se caro pelo medo. Paga-se caro pela insegurança de se entregar, não para um amor maior, falo da vida. A vida bate na porta! Toc-Toc-Toc! Barulho incessante. Mas o medo se apodera da essência da alma! O pior, paga-se pela curiosidade de saber: o porquê? o como? o quando? o onde? e o quê? Ela lhe deu liberdade de ir e vir... na verdade não deu, o fez reconhecer que tinha. Ele trouxe incertezas e o abandono. Ela lhe deu o abraço e o colo. Ele a deixou "sem carinho, sem coberta, num tapete atrás da porta". E ela não se contentando com a tristeza de ser mais bela, mais amável, mais... sabia que não A era. Sentiu-se lixo! Sentiu-se menos mulher! A beleza não mais importa. Os bilhetes e as flores dos outros amantes são nada diante de tudo... Um ouro reluzente sela o silêncio do grito de um amor quiçá verdadeiro, proibido, não permitido pelo meio determinista permitido por eles. Ela pagou pelo pecado de alçar voôs. Ele pagará pelo pecado de aceitar o seu destino de pedra imóvel na praia. Ela aceitou o destino, nada fez! Nada lutou! Covarde? Não sei. Um amor a ser lapidado. Por ele nunca sentido? Por ela para sempre guardado? Ela olha para a porta do seu quarto, e a vê aberta. E nota o perfume que deixou de passar, a roupa que não usou, o cabelo que não arrumou, a maquiagem do dia... e para quê? Para ser refém de um medo sem razão... E cá neste canto do quarto lamentou-se dos beijos, sabe-se lá verdadeiros, não dados esta noite...
À minha tristeza... eu canto...
"Hoje você é quem manda Falou, tá falado Não tem discussão, não A minha gente hoje anda Falando de lado E olhando pro chão, viu Você que inventou este estado Inventou de inventar Toda a escuridão Você que inventou o pecado Esqueceu-se de inventar O perdão
Apesar de você Amanhã há de ser Outro dia Eu pergunto a você Onde vai se esconder Da enorme euforia Como vai proibir Quando o galo insistir Em cantar Água nova brotando E a gente se amando Sem parar
Quando chegar o momento Esse meu sofrimento Vou cobrar com juros, juro Todo esse amor reprimido Esse grito contido Este samba no escuro Você que inventou a tristeza Ora, tenha fineza De desinventar Você vai pagar e é dobrado Cada lágrima rolada Nesse meu penar"
Hoje, apenas, com vontade de cantar... e espero que não sejam apenas palavras...
Ando por aí querendo te encontrar Em cada esquina paro em cada olhar Deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar Que o nosso amor pra sempre viva Minha dádiva Quero poder jurar que essa paixão jamais será
Palavras apenas Palavras pequenas Palavras
Ando por aí querendo te encontrar Em cada esquina paro em cada olhar Deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar Que o nosso amor pra sempre viva Minha dádiva Quero poder jurar que essa paixão jamais será
Palavras apenas Palavras pequenas Palavras, momento
Palavras, palavras Palavras, palavras Palavras ao vento...
Mas para quem quer ler algo desta Morena aqui... só clicar aqui!!
Rompidos os silêncios... ditos os não-ditos... eis que tive as respostas das perguntas provocadas...No entanto a ausência daqui, queridos leitores é a bendita monografia, mas estou perto do fim... apesar de as vezes me sentir incapaz... de terminar qualquer coisa... mas hoje eu vim deixar uma mensagem a uma pessoa que anda muito desacreditada nas belezas que a vida pode proporcionar... apesar da tristeza ser algo que parece não ter fim, ou até mesmo a solidão ser algo que sufoque... Di, esta, eu sempre escuto para animar....
"Rua Nascimento Silva,cento e sete você ensinando pra Elizete as canções de canção do amor demais lembra que tempo feliz,ai,que saudade Ipanema era só felicidade, era como se o amor doesse em paz Nossa famosa garota nem sabia a que ponto a cidade turvaria esse Rio de amor que se perdeu Mesmo a tristeza da gente era mais bela e além disso se via da janela um cantinho de céu e o Redentor É,meu amigo,só resta uma certeza é preciso acabar com essa tristeza é preciso inventar de novo o amor nossa famosa garota nem sabia a que ponto a cidade turvaria esse Rio de amor que se perdeu mesmo a tristeza da gente era mais bela e além disso se via da janela um cantinho de céu e o Redentor É, meu amigo só resta uma certeza é preciso acabar com essa tristeza é preciso inventar de novo o amor" - Vinicius de Moraes -
Ah! Mas é com aquele que eu vou... sambar até cair no chão... Pode fazer cara feia... dizer que eu to ficando louca... É com aquele que eu vou desabafar na multidão... E se eu sumir... não me procure... Chega! Basta! E se mamãe não gostar... e se papai fizer cara feia... não tem mais jeito... E aí eu quebrarei o meu tamborim!!! Mas se a turma gostar... só de pirraça não danço mais...
Eu sei... que aqui eu canto... mas só por este momento... será: Faz escuro, mas Eu Danço!!! E digo mais: Eu Sambo!! Até cair no chão!!!
E quem quiser dançar comigo... Selecione a música ao lado... na voz de Elis... e cante...
" Com esse que eu vou sambar até cair no chão Com esse eu vou desabafar na multidão Se ninguém se animar Eu vou quebrar meu tamborim Mas se a turma gostar vai ser pra mim
É com esse que eu vou sambar até cair no chão É com esse que eu vou desabafar na multidão Se ninguém se animar Eu vou quebrar meu tamborim Mas se a turma gostar vai ser pra mim
Quero ver o ronca-ronca da cuíca Gente pobre, gente rica, deputado, senador Quebra quebra eu quero ver Uma cabrocha boa No piano da patroa batucando É com esse que eu vou Mas quebra, quebra que eu quero ver Muita cabrocha boa, no piano da patroa
E é com esse que eu vou E é com esse que eu vou Mas é com esse que eu vou Sambar até cair no chão Com esse eu vou desabafar meu coração Sambar na multidão Com esse eu vou Desabafar meu coração Com esse eu vou Desabafar na multidão Meu coração, eu vou Eu vou, eu vou, eu vou É com esse que eu vou Eu vou Com esse eu vou Eu sei que vou Sambar na multidão Desabafar...."
As férias para mim acabaram. Início do ultimo semestre de faculdade, são tantas coisas a se pensar, concurso, monografia, emprego... blá, blá, blá... Se eu pudesse fugir de tantos questionamentos... No entanto ultimamente estou vendo que fugir já tem sido a minha válvula de escape para muitas coisas que eu teria de ter enfrentado, mas não o fiz.
Nesses poucos dias de descanso, que mais parecem ter sido uma eternidade, das tantas coisas que aconteceram. Tantas aventuras, tantas comédias, tantas alegrias, que pareceu ter sido “ano novo” para outras pessoas também. Como eu disse anteriormente, essas férias valeram a pena mesmo! Não somente a título de farra, nem de risadas, mas sim porque tenho descoberto coisas sobre mim que eu não sabia, ou até mesmo não havia admitido. Pré-conceitos, ou pensamentos pré-concebidos estão sendo deixados de lado.
Certas pessoas podem até mesmo achar que estou sendo egoísta a ponto de pensar somente em mim, mas nunca na minha cabeça existiu “entre mim e mim”, pelo contrário, eu nunca dei espaço somente para mim, nunca tive tempo para mim mesma. E se fiz algo acreditando ainda existir, foi com a maior das boas intenções, mas não vou me obrigar a ter para o resto da minha vida, algo que não acredito ser bom para mim. Pois eu cansei de fazer algo que não quero e que pareça sensato aos olhos dos outros. Não preciso, nem quero ser entendida, pois eu mesma já tentei, hoje eu procuro viver!
Hoje, foi um dia especial, me esqueci de fechar a veneziana ontem à noite, e acordei com a claridade da manhã, antes mesmo de tocar “Você vai lembrar de mim”, às 6h. Não visitei muitos lugares durante esses 22 anos, mas nunca vi, um nascer e o um pôr-do-sol como de onde moro. É uma mistura do azul do céu, com um rosa néon, alaranjado, às vezes, meio roxo, e lá vem ele amarelo e intenso, o grande sol! Sempre indo e vindo em grande estilo!
Foi uma manhã especial, pois ao olhar tamanha beleza, não pude deixar de me lembrar de alguém, que talvez represente um dos pré-conceitos que estão sendo destituídos, é admito que estou “encantada com uma nova invenção”, e Belchior é testemunha disto. Assim, como Caetano quando diz: “coração de eterno flerte... adoro ver-te”. Instantes como esse me fazem sorrir, que nem criança lambuzada de chocolate. “Era uma idéia na cabeça”, que não tinha pretensão de acontecer, mas... Que fique o convite de ver o nascer do sol... Para ter se a idéia de um novo dia que vem, e não de um dia que se foi.
Bem, vou ficando por aqui, disse várias coisas, mas fica a impressão de não ter escrito sobre nada. Vou enfrentando os dias, sem fugas. Vestindo a camisa da minha nova invenção! Tentando ser mais eu! Sem entender, só mesmo vivendo! Talvez a música explique para quem se aventurar em entender...
“Cai a tarde sobre os ombros da montanha onde me largo
O dia não foi, a noite o que será
Meus cabelos pela grama e eu sem nem querer saber
por onde começo e onde vou parar
Na imensidão do amanhã
meu amor se mudou pra Lua
Eu quis te ter como sou
mas nem por isso ser sua
Vou adiante como posso, liberdade é do que gosto
O dia nasceu, azul é sua forma
Já não quero mais ser posse, fosse simples como fosse
Um dia partir sem ganchos nem correntes
Façamos um brinde, façamos um brinde
à noite que já vai chegar
Façamos um brinde, façamos um brinde
ao vento que veio dançar”
* "Meu amor se mudou pra Lua" - Paula Toller
Para quem quiser saber de uma outra história... a que deu motivo para o meu "ano novo" leiam o "Triângulo das Bermudas". a Camila a publicou no Porto das Leitoras! Um abraço a todos...
Eu so quero que você saiba Que estou pensando em você Agora e sempre mais Eu só quero que você ouça A canção que eu fiz pra dizer Que eu te adoro cada vez mais E que eu te quero sempre em paz Tô com sintomas de saudade Tô pensando em você E como eu te quero tanto bem Aonde for não quero dor Eu tomo conta de você Mas, te quero livre também Como o tempo vai e o vento vem Eu só quero que você caiba No meu colo Porque eu te adoro cada vez mais Eu só quero que você siga Para onde quiser Que eu não vou ficar muito atrás Tô com sintomas de saudade Tô pensando em você E como eu te quero tanto bem Aonde for não quero dor Eu tomo conta de você Mas, te quero livre também Como o tempo vai e o vento vem Eu só quero que você saiba Que estou pensando em você Mas, te quero livre também Como o tempo vai e o vento vem E que eu te quero livre também *Como o tempo vai e o vento vem*
Ah! Só estou com saudades de ti... E seria impossível não cantar essa música hoje... Guardei esse sorriso para ti....
Le ciel bleu sur nous peut s'effondrer Et la Terre peut bien s'écrouler Peut m'importe si tu m'aimes Je me fous du monde entier Et tant que l'amour inondera mes matins* Et tant que mon corps frémira sous tes mains Peut m'importent les problèmes Mon amour puisque tu m'aimes J'irais jusqu'au bout du monde Je me ferais teindre en blonde Si tu me le demandais J'irais décrocher la Lune J'irais voler la fortune Si tu me le demandais Je renierais ma patrie Je renierais mes amis Si tu me le demandais On peut bien rire de moi Moi je ferais n'importe quoi Si tu me le demandais Et si un jour la vie t'arrache à moi Si tu meures que tu sois loin de moi Peu m'importe si tu m'aimes Car moi je mourrai aussi Et nous aurons pour nous l'éternité Dans le bleu de toute l'immensité Dans le ciel plus de problèmes Mon amour crois-tu qu'on s'aime Dans le ciel plus de problèmes Mon amour puisque tu m'aimes
Em especial ao dia dos namorados...
Parte desta música que traduz alguns de meus sentimentos tão confusos..."Pouco me importa, se tu me amas Pouco se me dá o mundo inteiro Desde que o amor inunde minhas manhãs..." (...) " Meu amor, acredite que nos amamos. Deus reúne os que se amam"
"Oh, Life is bigger... It's bigger than you... And you are not me... The lengths that I will go to... The distance in your eyes.... Oh no I've said too muchI set it up That's me in the corner... That's me in the spot light... Losing my religion... Trying to keep up, you... And I don't know if I can do it... Oh no, I've said too much... I haven't said enough I thought that I heard you laughing... I thought that I heard you sing... I think I thought I saw you try... Every whisper... Of every waking hour... I'm... Choosing my confessions... Trying to keep eye on you... Like a hurt lost and blinded fool (fool!)... Oh no I've said too much... I set it up Consider this... The hint of the century... Consider this... The slip that brought me... To my knees failed... What if all these fantasies... Come flailing around... Now I've said too much But that was just a dream... Try ... cry ... why ... try... That was just a dream... just a dream, just a dream, dream..."
R. E. M.
I thought that I heard you saying: I will not live you any more... I like you... but that was just a dream... That is how I feel... Losing my religião... my way... Consider this... or not...
"Eu caio de bossa Eu sou quem eu sou Eu saio da fossa Xingando em nagô (...) Você que fuma e não traga E que não paga pra ver Vou lhe rogar uma praga Eu vou é mandar você Pra tonga da mironga do kabuletê"