terça-feira, 24 de novembro de 2009
"Jardins da Infância"
terça-feira, 3 de novembro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Nota de esclarecimento...
quinta-feira, 23 de abril de 2009
O não conto de fadas...
Procura pelo sapato com a mesma vontade de que ele nunca mais apareça... Repete para si como um motivo de ânimo: - Acorde Alice! Mais um dia, os pássaros cantam e ainda há de preparar o que irá falar na hora certa...
Ora, se não bastasse a insônia da noite passada, e a guerra contra a vontade e a não possibilidade de ouvir pelo telefone uma voz que talvez a acalmaria... Ela se diz firme e repetia: "Trust me baby, Give me a time!!" Mas já que a aurora se fazia explícita e de forma exagerada... e não hesitou em cantar...
"Confesso, acordei achando tudo indiferente
Verdade, acabei sentindo cada dia igual
Quem sabe isso passa sendo eu tão inconstante
Quem sabe o amor tenha chegado ao final
Não vou dizer que tudo é banalidade
Ainda há surpresas
Mas eu sempre quero mais
É mesmo exagero ou vaidade
Eu não te dou sossego,
Eu não me deixo em paz
Não vou pedir a porta aberta
É como olhar pra trás
Não vou mentir
Nem tudo que falei eu sou capaz
Não vou roubar teu tempo,
Eu já roubei demais...
Desculpe, os leitores se transcrevo a música, mas é preciso ler ao mesmo tempo em bate o coração desta cabeça tão confusa, a de Alice!
Alice, parou de escovar os dentes e se lembra do que disse outro dia a Tia do Café...
provavelmente sim! Ela poderia vir a morrer de mágoas mal resolvidas consigo mesma! Depois de interstícios de tempos tentando explicar para si o que se passava dentro do seu coração...Lembrou-se, pois, da carta não mandada, se chegasse ao seu destino o que aconteceria... Bem não queria pensar nisso naquela hora. Hoje é seu desaniversário, o último de sua vicência antes dos 23... nossa e ontem era 12...
Recordou-se do que aquele gato de sorriso sinistro havia lhe contado, nada de enigmas, ele foi bem claro dizendo que o amor não passava de um jogo de interesses, não foram bem essas palavras ditas pelo gato, mas, fazia tanto tempo que ele lhe falar sobre isso que era impossível lembrar tal como ele disse...
Já dentro do carro, mordendo uma pêra, como café da manhã, lembrou do coelho que não conseguiu alcançar outro dia... ele com seu relógio na mão tinha passado despercebido por ela... ela nem notara... Quanto tempo fazia mesmo? Algo que não sei dizer... Resolveu colocar um anúncio na internet...
PROCURA-SE: UM MALDITO COELHO BRANCO COM UM RELÓGIO NAS MÃOS! VIVO OU MORTO!
Quem sabe quebrando aquele motorzinho tic-tac resolveria seus problemas e as do Capitão Gancho também... Então ele poderia matar o Peter Pan... e assim... adeus aos contos de fadas... nada além da verdade crua!!
- É, não existem essas tais fadas!
- O que você disse Alice?
- Nada, mãe! Só estou pensando sozinha...
O que mais intriga é... para quê ela queria tanto que o tempo parasse! Sim, menina Alice, crescer é tão difícil! E voltar atrás é tão dolorido! Maldito Coelho! Maldito Peter Pan!
- Alice!!! Cuidado o carro!
- Calma! Não foi dessa vez que ela me beijou!
Alice pensou que isso soaria tão pátetico se não fosse Clarice. E de repente no desenrolar do dia...
- Maldita estrada de tijolinhos amarelos!!
- O que foi Dorothy?
- Estragaram os saltos dos meus sapatinhos vermelhos! Ora se não fossem esses sapos, falsos profetas, travestidos de príncepes... sem perspectivas, e com os sapatos vermelhos caros estragados!!
Não
teve como não impedir que Alice voltasse a torre de marfim... aquela velha história sobre o amor... teve medo de infectar outros corações com sua amargura... resolveu não mandar a carta... e deixar que o coelho chegue a seu destino... Cantemos com o chapeleiro:
Um bom desaniversário!! Pra mim?? Sim, sim!! Vamos comemorar e tomar xícaras de chá!!
- O que acha Dorothy?
- Uma boa idéia Alice... mas e as tequilas!!??
- As tequilas ficam para o aniversário... afinal só afogando num copo tão convidativo esses 23 anos...
Alice fechou o caderno, colocou a caneta cor de rosa sobre a mesa... e pensou... "Fazer 23 anos, será uma grande aventura!" E lembrou-se que de loira não tinha nada...
segunda-feira, 23 de março de 2009
Diálogos em Família...
Era uma vez um dia, como outro qualquer na casa de uma família Normal(???)...
Mamit
a: - Filho, olha só, comprei esse tanto de carne, e vocês nem irão dar conta de comer...Jusé: - Pois é, tem essa carne moída, mais a carne no congelador, e se gente quiser direto da fonte, tem aquela vaca no quintal...
Mamita: - Que vaca?
Jusé: - Aquela ali... no quintal... Oras!
Mamita desprovida de noções de interpretação de uma tirada sarcástica de seu filho, se dirige para a porta para ver a vaca a qual ele se referia...
Jusé: - Nay!!!! Vem aqui!!! - e quase morrendo de tanto rir conta o fora da mãe, é claro que esse episódio seria relembrado por muitos dias - Eu falei para Mamãe, blá, blá, blá...
Num outro dia...
Mamita: - Gente, vocês precisam ver o cacho de banana...
Eu: - Banana, onde?
Jusé: - A banana que cresceu na testa da vaca...
Eu: Ha! Ha! Ha!
Mamita: - Na Bananeira, né! Ah! Pára É!
Jusé: Muuuuuu!
No almoço...
Mamita: - Come logo esse resto de macarrão, É!
Eu: Deixa para o Tobby!
Jusé: Deixa para a minha Vaca, Musa taurus...
Mamita: ¬¬ Não vai esquecer essa história?
Jusé e Eu: Ha! Ha! Ha!
Cada hora é "pego um para Cristo", e instantes depois deles apelidarem todos os meus ex-namorados, e rolos... os quais fiquei com os dedos "coçando" para publicá-los de tão engraçados...
Eu: ÉÉÉÉÉÉ!!!! - o procurei pela casa, e o encontrei na varanda lá fora.
Jusé: Xiiii! Fala baixo vai assustar o côco... - abrindo um côco "violento"!

* Uma foto do quintal e da citada vaca. Meu irmão depois que começou a ter aulas de física com o Bosco (meu ex-professor), tem tido manias estranhas, de ver galinhas e vacas por aí.
Eu ia escrever hoje sobre o Chico, integrante de nossa família. Quem me tem adicionada no Orkut, sabe que eu estava até me preparando, fotos e fotos para homenagem a ele.
No entanto, ontem "fui dar uma volta na praça" (maldito costume provinciano)... e a inspiração fora toda por água abaixo... rendeu mais um capítulo para a minha personagem sem nome... prometo que falarei claramente... aguardem!!
quinta-feira, 19 de março de 2009
Eu confesso!!!
Ah! Claro, tenho de explicar o porquê de eu não estar no meu quarto dormindo “o sono dos deuses”, além da insônia, tenho um problema sério com pesadelos, e daí se corro para a cama da mamãe? Os meus pesadelos são “trash”, e enquanto eu ter a minha mãe correrei para a cama dela!
Então, estava eu lá dormindo naquela enorme cama, com aquele sono decorrente da minha inércia de domingo que “de repente... não mais que de repente”... sumiu!!!! E me dei conta do porquê! Tinha uma voz estridente ao fundo da trilha sonora do ar-condicionado... era a “Naná”! Que inferno!!! Eu até lutei, fechando os olhos com força para ver se recuperava meu soninho amado... mas nada! ¬¬ Só tinha na minha cabeça os gritos estridentes da “Sister Naná”!!
Resolvi me aliar aos inimigos assisti ao programa até o final, e eis que surge uma oportunidade de revanche, me senti a própria Eve ao lado de V, de “V for Vendetta” e por uma sociedade menos alienada... E não é que a “Naná” foi para o “paredão”!! (Nossa, desculpem-me os fãs, mas isso me soa patético). E pensei: “- Vou votar nessa mulher!! Por um sono mais tranqüilo!”
Nada contra pessoas de idade, trabalho com elas todos os dias. Gente pobre, humilde, idosa e carente de atenção. Eu adoro o que faço, e adoro conversar e ouvir histórias que essas pessoas me contam todos os dias, pelas manhãs. É como se todo dia de manhã eu conversasse com meu avô. O que me irrita, é esse tipo de programa mesmo!
E só essa semana fui me atentar para a chamada do “BBB9”, meu Deus é a nona edição!!! São nove anos de alienação pura!! E o povo brasileiro adora, esse “Coliseu americanizado”! Já ouvi muito de que isso é bobagem da minha cabeça: “- Morenay, o programa é ótimo, o Bial é quem escreve as crônicas, e sobre os participantes!”. Sim, e daí!
Eu li e assisti “1984”, (há quem diga que George Orwell tenha plagiado essa obra de um outro autor, desculpem a ignorância de não saber de quem, mas a memória está falha hoje, mas li em um artigo da “Caros Amigos”) e me assusto com aquela imagem que fico
u gravada aqui do Big Brother e a incessante idéia de vigiar-se e vigiar o outro. E vejo isso nas pessoas, (pode ser paranóia) e na falta de percepção de ver o que acontece no mundo. Nos juntamos para votar em “Sister Fulana” porque ela disse $%#*&)@#$%&* ao “Brother Sicrano”, e esquecemos de ver o que acontece no Brasil, no mundo.
Não tinha me atentado que se tratava de algo tão sério, ao escrever para o blog, assisti ao trailler do filme e me lembrei da passagem do livro, em que havia um momento, que eram reunidos os cidadãos para expressarem o seu ódio ao traidor do governo. Ao que me parece, o país PARA para expressar na televisão sua opinião sobre um dos "Brothers".
Não olhamos nem para o nosso próximo na rua, um bêbado que seja dormindo na rua, quiçá dar atenção a uma criança que passa fome do outro lado do atlântico. Não estamos interessados no que é feio, no que é nojento, no que nos causa repulsa. Claro, se eu fosse homem, não desgrudaria os olhos do BBB9 com tantas demonstrações explícitas de “venda de imagem”. E depois nos perguntamos como a maior parte da nossa juventude está fútil, ou sem perspectivas de luta por um mundo melhor. E não é só isso há tantas coisas a serem discutidas por esse mundo afora.
Em nove anos nunca estive tão passada como estou agora. Eu me corrompi, cheguei ao ponto de fazer uma bobagem dessa! Eu cansei de falar sobre, e muita gente sabe que não faço gosto do programa. Mas se não podemos contra eles, o melhor é aliar-se, pelo menos a televisão ficará ligada, e agora eu poderei dormir melhor (espero!). E acordar melhor, para fazer a minha parte, tentar fazer esse mundo um pouquinho melhor. Mas eu quero fazer mais... muito mais... eu me sinto em dívida... “Eu gosto dos que tem fome, dos que morrem de vontade...”
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Como eu disse futilmente feliz...
"Todos homens deveriam saber disso....
Quando um homem chama uma mulher para sair, não sabe o grau de estresse que isso desencadeia em nossas vidas. Durante muito tempo, fiquei achando que eu era uma estressada maluca que não sabia lidar com isso, mas conversando com diversas pessoas, cheguei à conclusão de que esse estresse é um denominador comum a quase todas as mulheres, ainda que em graus diferentes (ou será que sou eu que só ando com gente estressada?). O que venho contar aqui hoje é mais dedicado aos homens do que às mulheres. Acho importante que eles saibam o que se passa nos bastidores.
Evidentemente, você também para de comer, afinal, quer estar em forma no dia do jantar e mulher sempre se acha gorda. Daqui pra frente, você começa a fazer a dieta do queijo: fica sem comer nada o dia inteiro e quando sente que vai desmaiar come uma fatia de queijo. Muito saudável.
naqueles tatames. Tive que tirar o sapato com aquela sola do pé cracuda, esmalte semi-descascado e cutícula do tamanho de um champignon! Vai que ele te coloca em alguma outra situação impossível de prever que te obriga a tirar o sapato? Para nossa paz de espírito, melhor fazer mão é pé, até porque boa parte dessa raça tem uma tara bizarra por pé feminino. OBS: Isso me emputece. Passo horas na academia malhando minha bunda e o desgraçado vai reparar justamente onde? Na porra do pé! Isso é coisa de... Melhor mudar de assunto...
Eu não faço, mas conheço quem faça. E nessa se vai mais uma hora do seu dia.
Dependendo do grau de importância que se dá ao Zé Ruela em questão, pode ser que a mulher queira comprar uma roupa especial para sair com ele. Mais horas do seu dia. Ou ainda uma lingerie especial, dependendo da ocasião. Pronto, mais horas do dia. Se você trabalha, provavelmente vai ter que fazer as unhas na hora do almoço e correr para comprar roupa no final do dia em um shopping.
Parabéns, você conseguiu montar o alicerce básico para sair com alguém. Pode ir para a cama e tentar dormir, se conseguir. Eu não consigo, fico nervosa.
Ah sim, você vai dormir, COM FOME. A dieta do queijo continua.
Dia seguinte. É hoje seu grande dia. Quando vou sair com alguém, faço questão de dar uma passada na academia no dia, para malhar desumanamente até quase cuspir o pulmão. Não, não é para emagrecer, é para deixar minha bunda e minhas pernas enormes e durinhas (elas ficam inchadas depois de malhar).
Geralmente, o Zé Ruela não comunica onde vai levar a gente. Surge aquele dilema da roupa. Com certeza você vai errar, resta escolher se quer errar para mais ou para menos. Se te serve de consolo, ele não vai perceber.
Você olha para aquela sua calcinha de algodão do tamanho de uma lona de circo. Ela é confortável. E cor de pele. Praticamente um método anticoncepcional. Você pensa 'Eu não vou dar para ele hoje mesmo, que se foda'. Você veste a calcinha. Aí bate a culpa. Eu sinto culpa se ando com roupa confortável, meu inconsciente já associou estar bem vestida a sofrimento. Aí você começa a pensar 'E se mesmo sem dar para ele, ele pode acabar vendo a minha calcinha...
Apesar do texto enorme, quero deixar claro que o que eu coloquei aqui é o mínimo do mínimo. Existem milhões de outras providências que mulheres tomam antes de encontros importantes: clarear pêlos (vulgo 'banho de lua'), fazer drenagem linfática, baby liss... enfim, uma infinidade de nomes que homem não tem a menor idéia do que se trata.
Agora imaginem vocês, se depois de tudo isso, o filho da mãe liga e cancela o encontro? 'Surgiu um imprevisto, podemos deixar para semana que vem?'.
Gente, não é má vontade ou intransigência, mas eu acho inadmissível uma coisa dessas, a menos que seja algo muito grave! Eu fico p...., p....., P........ da vida! Claro, na cabecinha deles não custa nada mesmo, eles acham que é simples, que a gente levantou da cama e foi direto pro carro deles. Se eles soubessem o trabalho que dá, o estresse, o tempo perdido... nunca ousariam remarcar nada! Vem me buscar de maca e no soro, mas não desmarque comigo! Até porque, a essas alturas, a dieta radical do queijo está quase te fazendo desmaiar de fome, é questão de vida ou morte a porra do jantar!
Supondo que ele venha. Ele liga e diz que está chegando. Você passa perfume, escova os dentes e vai. Quando entra no carro já toma um eufemismo na lata 'MMM... ta cheirosa!' (tecla sap: 'Passou muito perfume'). Ele nem sequer olha para a sua roupa. Ele não repara em nada, ele acha que você é assim ao natural. Eu não ligo, acho homem que repara muito meio viado, mas isso frustra algumas mulheres. E se ele for tirar a sua roupa, grandes chances dele tirar a calça junto com a calcinha e nem ver. Pois é, Minha Amiga, você passou a noite toda com a rendinha atochada pra nada. Favor tirar sem rasgar.

devido ao princípio de gangrena em função do sapato de bico fino. Quando ele conta piadas e ri eu penso 'É, eu também estaria de bom humor, contando piada, se não fosse essa calcinha intra-uterina raspando no colo do meu útero'. A culpa não é deles, é minha, por ser surtada com a estética. Sinto o estômago fagocitando meu fígado, mas apenas belisco a comida de leve. Fico constrangida de mostrar toda a minha potência estomacal assim, de primeira.
Para finalizar, quero ressaltar que eu falei aqui do desgaste emocional e da
disponibilidade de tempo que um encontro nos provoca.
Fiquem mais atentos HOMENS!!!! e MULHERES....MENOS ESTRESSE!!!!!!!!"
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Viajamos sete léguas...

sábado, 29 de novembro de 2008
Estou de volta pro meu aconchego....
E trazendo na mala bastante saudade...e muitas coisas a se contar...
Primeiro, quero dizer que nunca mais, mas NUNCA MAIS, eu faço a gracinha de tirar onda com a matéria de eleitoral, como eu fiz dias atrás aqui Fiquei de PF :( Mas PF feita, nota: 8,0 e felicidade a mil...
Tá! e a Monografia?? Eu descobri que as coisas fáceis não me instigam... eu a
mo o difícil... Eu, a Análise do Discurso e o Tribunal do Júri, formamos um triângulo amoroso... e ao final de todo trabalho árduo, cada lágrima derramada, cabelo branco nascido, fins de semana sem social life... e estresse passado... olhei para o Tribunal do Júri e disse: "pode beijar a noiva!!"
Nem acredito que terminei.... Sim eu rio agora, porque enfim acabou... não apresentei ainda... e na verdade "se chorei ou se sorri o importante é que emoções eu escrevi"... Coloquei tudo nos papéis... apesar de não muito satisfeita, pois descobri que tenho um problema com a "dona ansiedade" que não me deixa colocar no papel aquilo de mais precioso... as idéias e elas somem tão rapidamente...
Não quero passar a impressão de "amargura"... não estou... eu descobri que há muito tem eu vinha procurando uma pessoa e não encontrava... até que descobri que "eu me amo, e não posso mais viver sem mim"... e portanto não vou ficar chorando pelo leite que será derramado... esse é o meu lema.... a vida continua...
Dezembro está chegando, férias, amigos, barzinhos, festinhas e muitas alegrias e outras cositas más...
Não vejo a hora de colocar os pés em cima da mesa e ser a princesa que quero ser por agora...
Mas nem só de monografia vivi esses dias... nos últimos fins de semana... uma turma que viveu e aproveitou da forma como pôde os cinco anos de vida acadêmica... domingo passadou me dei pausa e fui a uma cachoeira com os amigos... tudo bem que "amarelei" e não fiz o rapel como todos... mas tomei tanto banho que voltei quebrada... rs...
Bem, até o dia 02.12, estarei vivendo ainda grandes emoções... é a defesa da monô....
Deixo aqui, queridos, um breve relato dessa volta demorada, de rápidas elocubrações....
E no seu apartamento... ela se esquecia de tudo.... não havia contratempos... ela segurava o seu coração e largava os pés em cima da mesa....
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Esclarecimentos....
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
E não é que as rosas falam...


Ele não... "cientificista" de dar raiva, como diz meu pai...
Como estou em final de faculdade... como já disse aqui, várias vezes, vão até enjoar de eu lembrar que era para eu estar escrevendo sobre o tribunal do júri e seu discurso, ao invés de estar aqui postando... (ah! eu não me aguento, precisava dividir o último domingo em família!!) Pois é, não estou ficando em casa, porque estou na casa da vovó, para estudar e como todos sabem para tempos de engorda... (eu só como hahaha! monografia dá uma fome!!) Então, domingo, almoço, costela assada, conversa vai e conversa vem, aquelas tiradas de sarro da mamãe que troca os nomes de tudo... e eu não entendo como pode ser uma exímia professora de português, gente eu juro!! Dentro da sala de aula, impecável, fora uma comédia em pessoa!!
Eis a conversa eu puxei:
Eu: Pai, você viu o comentário dos 100 anos do Cartola, no jornal da manhã, eu não sabia que ele só gravou o LP com 60 anos de idade...
Pai: É, ele era um artista imcompreendido... não tem a música, então ele costumava falar com as flores, e a mulher, a megera, a ex, não a dona Zica, então ela dizia "para de bobagem homem, as flores não falam"... ele ficava conversando com as rosas... e ela... sabe não é...
Eu: Ai! Essa Música é linda não...
Mãe: Lembra, que estudamos na literatura, essas músicas brasileiras... ( minha mãe me deu aula no ensino médio, de literatura)
Eu: Lembro sim... - e começo a cantarolar - mas que bobagem as rosas não falam... simplesmente as rosas exalam - fui interrompida pelo meu irmão.
Irmão: Ah! Foi comprovado cientificamente que as rosas, as flores em si, falam... mas é que elas soltam gases... de acordo com estímulos exteriores - até aí tudo bem
- um cientista, pegou uma tulipa e fez uma experiência, e observou que o gás soltado ao ser analisado por uma máquina específica, produz um som que se equipara ao som de uma mulher gritando - e nós na mesa atentos ao momento aprendizagem - Então... as flores falam... mas falam peidando... he he he!Eu: ¬¬
Papai: ¬¬
Mamãe: ^^' - ela sempre faz essa carinha -
Resultado: as flores peidam... e assim terminamos uma discussão sobre música, Cartola, flores, rosas... e a poesia??? que importa a ciência explica tudo!! E eu to quase convencida Rita, eu juro... quase... que tudo vira bosta!!!
* Pedido de Desculpas: Cartola, desculpe-me! Mas é meu irmão, eu sei, foi criado no mesmo lar, mas ele é assim mesmo... torto! rs... E viva os 100 anos desse compositor maravilhoso...
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
E é com esse que eu vou...

Eu sei... que aqui eu canto... mas só por este momento... será: Faz escuro, mas Eu Danço!!! E digo mais: Eu Sambo!! Até cair no chão!!!
E quem quiser dançar comigo... Selecione a música ao lado... na voz de Elis... e cante...
" Com esse que eu vou sambar até cair no chão
Com esse eu vou desabafar na multidão
Se ninguém se animar
Eu vou quebrar meu tamborim
Mas se a turma gostar vai ser pra mim
É com esse que eu vou sambar até cair no chão
É com esse que eu vou desabafar na multidão
Se ninguém se animar
Eu vou quebrar meu tamborim
Mas se a turma gostar vai ser pra mim
Quero ver o ronca-ronca da cuíca
Gente pobre, gente rica, deputado, senador
Quebra quebra eu quero ver
Uma cabrocha boa
No piano da patroa batucando
É com esse que eu vou
Mas quebra, quebra que eu quero ver
Muita cabrocha boa, no piano da patroa
E é com esse que eu vou
E é com esse que eu vou
Mas é com esse que eu vou
Sambar até cair no chão
Com esse eu vou desabafar meu coração
Sambar na multidão
Com esse eu vou
Desabafar meu coração
Com esse eu vou
Desabafar na multidão
Meu coração, eu vou
Eu vou, eu vou, eu vou
É com esse que eu vou
Eu vou
Com esse eu vou
Eu sei que vou
Sambar na multidão
Desabafar...."
sábado, 30 de agosto de 2008
O MEU 27 DE A(DES)GOSTO DE 2008...
Até pensei em fazer um jogo de palavras com a música do Chico...
“Meus caros amigos, me perdoem, por favor, se não lhes faço uma visita... Aqui na Terra não ta rolando nem futebol... acabou o samba... os shows... quem dera o Rock n’Roll... aqui não chove mais.. só mesmo bate o sol... e o que eu quero lhes dizer que a coisa aqui ta preta... muita mutreta pra levar a situação... que a gente vai levando de teimoso de pirraça... que a gente vai tomando que nem a cachaça...”
Então, seria a paródia do atual momento da minha vida...
“Mas”, “No entanto”, “Todavia”, “Contudo”, existe um ditado que não quer calar... Sabem aquele: “A curiosidade matou o gato”... Eis que eu estava xeretando no orkut dos meus amigos... Sim! Xereto no orkut dos meus amigos... E apenas deles... (não perco tempo olhando o das pessoas que não fazem parte da minha vida... “Time is Money!!!”)
E assim foi, lá no fundo da minha inconsciência, eis a trilha sonora: “Tu és o grande amor da minha vida... pois você é minha querida e por você eu sinto amor... lá, lá, lá... Na faculdade de Agronomia, numa aula de energia, bem em frente ao professor, eu tive um chilique desgraçado, eu vi você surgir ao meu lado no caderno do colega Nestor...”.
Só então pude entender e sentir tal agonia e o chilique desgraçado, que Raulzito sentiu...
É o preço que se paga por ser curiosa... E eis que surge numa das fotografias como coadjuvante (quase ganhando o Oscar, como melhor coadjuvante do ano!) ELE! De perfil... segurando um prato! (Não contei, que as fotos eram de uma festa de formatura) E o mais dolorido... ela a frente com aquele “ar de vitoriosa e melhor do que eu”, que só EU SEI dar a ela...
Eu daria tudo para não ter visto, mas vi...
Poxa! E minhas notícias engraçadas em meio aos versos de Chico? Desapareceram... A tristeza me pegou de jeito... E ainda eram 17h15!! Eu tinha 15 minutos de trabalho... Tempo para dar início a uma impugnação, mas fiquei sem chão... Claro, que não serei hipócrita em esconder a verdade, de que olhei a fotografia mais de 10 vezes... Até tomar vergonha na cara e decidir ir para casa...
Quando saí do estágio, só havia algo que poderia acalmar... Escrever... Olhar para o rio... Mas, hein! Para onde foi parar a música do Chico mesmo? Foi “comida pelo amor” E só saiu essa cartinha que nunca mandarei e que irá fazer parte da minha coleção de sonetos como retratos em branco e preto “à maltratar meu coração”... Desde o início não era essa a música que eu queria citar, mas foi inevitável... Eis a cartinha, em toda sua simplicidade...
“Realmente ver alguém de nosso passado surgir numa fotografia recentemente tirada... Dói... como se tudo tivesse acontecido ontem... é como se a ficha caísse sempre que a vida me apronta tais armadilhas...
Nossa! Como dói te amar... Como dói te odiar tanto assim! Como dói nunca ter dito tudo o que eu queria te dizer!
Não estou feliz, mas sei que não é sua culpa... E este olhar distante será o “medo da chuva” que a câmera inocentemente flagrou?
Vim até a beira do rio, tentar esquecer toda essa dor, mas o sol ainda lembra a ti em toda sua excelência e magnitude como tu mesmo foste grande em minha vida...
E aqui, ao invés, de eu me perder olhando os meninos brincando do outro lado do rio... Estou aqui a pensar o quanto quero te maldizer por ainda te amar... “só pra provar que ainda sou tua”... E que quando fostes embora, levaste “a metade adorada de mim... lava os olhos meus, que a saudade é o pior castigo... e eu não quero levar comigo a mortalha do amor... Adeus!!”
Bem, voltando para casa... pensei: “só trocar de roupa, pegar os livros e biblioteca!!”, mas quem disse que eu consegui esquecer tudo isso?
Estou aqui na biblioteca perdendo o meu tempo e gastando as folhinhas do meu caderno, e acabei de perceber que meu outro ex (carma) está do outro lado, fazendo gênero de quem está na biblioteca estudando, mas não para de olhar para cá! (Pode ser um pouco de prepotência devido ao meu humor alterado, talvez ele estivesse somente estudando mesmo), nessas horas penso: “Não faça contato visual!!!” E aí fico aqui, faço aquele olhar de paisagem, pensando no pecado que cometi antes de vir para cá, que poderei me perdoar somente amanhã, por tamanha façanha. Descontei toda a tristeza num X-bagunça todo engordurado que só a “tia” da lanchonete sabe fazer... Pecado! Pecado! Pecado! Talvez eu me sinta melhor pela manhã, quando eu colocar uma das minhas calças jeans que provavelmente não servirá... Como estarei mais “feliz!!”.
Bem, como nem toda dor é eterna, vou ficando por aqui, com raiva de morar nesta “grande” cidade; e de pensar como este mundo é pequeno!! No qual, não posso xeretar, ou até mesmo estudar em paz! E ainda assim, mesmo por ser tão pequeno, eu não vi quem eu realmente queria (Tanto! Tanto! Tanto!) ver! Ah! Daria esse mesmo mundinho para ter te visto hoje para mudar esse semblante de “morena dos olhos d’água”...
Help! I need somebody... Not just anybody!!! Help!! I need someone!!!
Por isso a saudade da minha gente… minha “gente humilde”…
Talvez eu tenha conseguido transformar a tristeza... “O poeta (realmente) é um fingidor... a dor que deveras sente”. Mas não posso me furtar de lhes contar as novidades!! E termino assim: Mas o que eu quero lhes dizer... “Que a coisa aqui tá (mesmo) preta! A Marieta manda um beijo para os seus... Um beijo na família, na Cecília e nas crianças... O Francis aproveita para também mandar lembranças a todo o pessoal! Adeus”.
O que seria a minha vida sem tais compositores...
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
"E ela disse Adeus!!"
As férias para mim acabaram. Início do ultimo semestre de faculdade, são tantas coisas a se pensar, concurso, monografia, emprego... blá, blá, blá... Se eu pudesse fugir de tantos questionamentos... No entanto ultimamente estou vendo que fugir já tem sido a minha válvula de escape para muitas coisas que eu teria de ter enfrentado, mas não o fiz.
Nesses poucos dias de descanso, que mais parecem ter sido uma eternidade, das tantas coisas que aconteceram. Tantas aventuras, tantas comédias, tantas alegrias, que pareceu ter sido “ano novo” para outras pessoas também. Como eu disse anteriormente, essas férias valeram a pena mesmo! Não somente a título de farra, nem de risadas, mas sim porque tenho descoberto coisas sobre mim que eu não sabia, ou até mesmo não havia admitido. Pré-conceitos, ou pensamentos pré-concebidos estão sendo deixados de lado.
Certas pessoas podem até mesmo achar que estou sendo egoísta a ponto de pensar somente em mim, mas nunca na minha cabeça existiu “entre mim e mim”, pelo contrário, eu nunca dei espaço somente para mim, nunca tive tempo para mim mesma. E se fiz algo acreditando ainda existir, foi com a maior das boas intenções, mas não vou me obrigar a ter para o resto da minha vida, algo que não acredito ser bom para mim. Pois eu cansei de fazer algo que não quero e que pareça sensato aos olhos dos outros. Não preciso, nem quero ser entendida, pois eu mesma já tentei, hoje eu procuro viver!
Hoje, foi um dia especial, me esqueci de fechar a veneziana ontem à noite, e acordei com a claridade da manhã, antes mesmo de tocar “Você vai lembrar de mim”, às 6h. Não visitei muitos lugares durante esses 22 anos, mas nunca vi, um nascer e o um pôr-do-sol como de onde moro. É uma mistura do azul do céu, com um rosa néon, alaranjado, às vezes, meio roxo, e lá vem ele amarelo e intenso, o grande sol! Sempre indo e vindo em grande estilo!
Foi uma manhã especial, pois ao olhar tamanha beleza, não pude deixar de me lembrar de alguém, que talvez represente um dos pré-conceitos que estão sendo destituídos, é admito que estou “encantada com uma nova invenção”, e Belchior é testemunha disto. Assim, como Caetano quando diz: “coração de eterno flerte... adoro ver-te”. Instantes como esse me fazem sorrir, que nem criança lambuzada de chocolate. “Era uma idéia na cabeça”, que não tinha pretensão de acontecer, mas... Que fique o convite de ver o nascer do sol... Para ter se a idéia de um novo dia que vem, e não de um dia que se foi.
Bem, vou ficando por aqui, disse várias coisas, mas fica a impressão de não ter escrito sobre nada. Vou enfrentando os dias, sem fugas. Vestindo a camisa da minha nova invenção! Tentando ser mais eu! Sem entender, só mesmo vivendo! Talvez a música explique para quem se aventurar em entender...
“Cai a tarde sobre os ombros da montanha onde me largo
O dia não foi, a noite o que será
Meus cabelos pela grama e eu sem nem querer saber
por onde começo e onde vou parar
Na imensidão do amanhã
meu amor se mudou pra Lua
Eu quis te ter como sou
mas nem por isso ser sua
Vou adiante como posso, liberdade é do que gosto
O dia nasceu, azul é sua forma
Já não quero mais ser posse, fosse simples como fosse
Um dia partir sem ganchos nem correntes
Façamos um brinde, façamos um brinde
à noite que já vai chegar
Façamos um brinde, façamos um brinde
ao vento que veio dançar”
Para quem quiser saber de uma outra história... a que deu motivo para o meu "ano novo" leiam o "Triângulo das Bermudas". a Camila a publicou no Porto das Leitoras! Um abraço a todos...
sexta-feira, 25 de julho de 2008
BAR, BARZINHOS E BOTECOS...
Em ritmo de dia dos amigos, ainda, hoje vou contar uma das minhas presepadas nesses lugares tão convidativos nos finais de semana, ou melhor, de segunda a segunda, quando há algo a se comemorar como as férias. Mas antes de contar os fatos, vou contar sobre cada lugarzinho que tem nos marcado ao longo desses anos.
Por aqui, há um Barzinho, que carinhosamente apelidamos, apenas, de “Clube”, apesar de às vezes chamarmos de “Quinzinho” ou até mesmo “Lá no seu Mané”. Há dias que “rola um som nervoso ao vivo” por lá, e dias que sempre toca Raul, Dylan, Marley, Janis, Belchior e até mesmo meu querido Vininha! E claro que outros grandes nomes da música.
E porque não lembrar do “Pipocas”, com aquele garçom, “simpático”, que quase nunca nos ouve chama-lo, e ainda cobram a porcentagem de atendimento. Mas claro que as férias de janeiro não teriam sido tão divertidas se não existisse esse outro barzinho que tanto gostamos de ir.
No carnaval!? Sim, eis que surgiu o “Bar na Beira”, na “Quintino Bocaiúva”, ao som das marchinhas de carnaval! Como eu poderia esquecer!?
E vou um pouquinho mais longe no passado, quem poderá esquecer o “Tom Brasil” ao lado do “Sinuanelo” (Eu sei que é Sinuelo, mas diz a lenda que uma vez eu bêbada li “sinuanelo”!), ou como alguns preferem chamar de “Veio” ou “Old” . Barzinhos quem embalaram sextas e sábados à noite, assim como grandes festivais, como o de 2003.
E Claro, como não citar o Butikim do Beto, em frente a Facul! Tio Beto é quase da família, eu cresci ouvindo as histórias da "Mesa 14", que papai frequentava, ou ainda frequenta, e como filho de peixe, peixinha é! Vou lá sempre que puder!
Bem, estávamos em casa, eu e Naty, conversando sobre a última sexta-feira, o que tinha acontecido no “Clube” (acreditem aconteceu de tuuudooo, mas eu estava sã, não podia beber, então estava só na base da água mineral, e claro cuidando dela, pois ela estava para lá de Marrakech, quando eu cheguei da fazenda), aí resolvemos sair para tomar uma cervejinha! Em plena Quinta-Feira!!! Ah, mas estamos em férias! Como estávamos com preguiça e eu sem dinheiro para colocar gasolina no carro, fomo a pé, num boteco aqui perto da minha casa.
Sabe, aqueles botecos de esquina, que nenhuma menina fresca freqüentaria? Então! E para a nossa surpresa, éramos clientes VIPs! Além da cerveja mais barata, sem porcentagem de garçom, recebemos um tratamento ótimo, dos próprios donos.
E no leva e traz de garrafas, ele veio nos dizer que os senhores que tinham acabado de sair haviam nos pagado uma cerveja. Opa!! Sem Problemas! Já na 4ª Garrafa, pensamos em ir embora, quando eu fui pagar, fiquei de cara! Pagaram-nos três cervejas! Ou seja, eu só iria pagar uma! Ah! Ir embora para quê!
Ficamos e tomamos mais duas, depois fomos embora com a promessa de voltar a este lugarzinho cativante! Um brinde a estes lugares para sempre em nossos corações. Se eu esqueci de algo, me lembrem! Naty esse post é para você sempre lembrar que essas férias valeram a pena!!! Para os amigos! E para quem gosta de barzinhos... nos vemos lá!
sábado, 19 de julho de 2008
Desfazendo as Malas... e sonhos antigos...
No dia 17 de julho, véspera de meu ano novo eu não sabia o que iria fazer... acordei cedo... sentei-me ao computador... e pensei... "o que fazer hoje de especial para mim?" E o telefone tocou... às 8h35 da manhã acreditam.... "Você me ligou naquela manhã vazia... valeu o dia!!!" Um grande amigo meu me ligou perguntando se eu queria ir para fazenda com ele... já que minha viagem não deu certo... Não, não fiquei chateada por não poder ir viajar... voltar para aquele lugar que considero simbólico para um recomeço... mas eu pensei... se é Ano Novo... vou para um lugar novo... Ahhh!! E que lugar lindo... e que presente me dei indo para lá... Na manhã do meu Ano Novo recebi esse presente dos céus... um dia e meio longe do que me confunde... o silêncio de lá me deixou revigorada... e quando voltei pra cidade... ainda tive pique para brindar a vida... e ao lado dos amigos então não nada melhor... e sobre eles que irei falar no próximo... um breve relato de como foi meu ano novo... pois a imagem já diz tudo...
*Ela indo... e ele vindo... Lindo demais... devia ser umas 6h e pouco...
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Novo Trânsito Astrológico...
Espero apenas, que esta carta não se perca nesse oceano profundo que nos separa, pois eu não tinha me dado conta quando foi que a represa se partiu e que impedia que toda essa água vazasse.... Eu não me dei conta de quando tudo me invadiu...
Hoje, ouvindo uma das músicas que tu costumavas a tocar... Não dá para explicar a saudade... E me peguei pensando... Quando é que eu deixei de ser eu mesma... Acredito que muito antes de te conhecer...
Como eu daria tudo para voltar no tempo e começar tudo de um novo jeito... Como no efeito de uma borboleta...
Mas não tenho como ter certeza do que me angustia seja falta tua... Até o momento em que puder olhar para ti... Mas, como fazer sem machucar os corações alheios... Tenho medo de descobrir que eu era infeliz... E hoje sou mais ainda, pois eu tinha tudo para fazer ser diferente...
Prometi a mim mesma que nunca mais iria escrever a ninguém qualquer carta de amor que fosse... Que de certa forma desnudaria todo meu sentimento... Mas, olhe só... Peguei-me, escrevendo para ti... Mas, covarde sou, pois o que eu queria mesmo era lhe falar... Contar do novo ciclo que iniciar-se-á... Quem sabe, queiras fazer parte...
Eu não consigo entender essa vontade de te ver novamente e esse medo de ver você... Não entendo o frio na barriga...
Engraçado, dizeres que fui viajar naqueles dias para te esquecer... E confesso que dias antes de ir viajar tive muita saudade de falar contigo... Mas aí tudo aconteceu, minha vida virou de ponta cabeça... Até quero pedir desculpa por ter dito o que não precisava ser dito...
Não me dei conta do quanto mudei... E talvez tenho mudado por ti, mesmo não tendo certeza, mesmo confusa, eu sinto tua falta... De dormir no seu colo, de segurar na sua mão, do seu abraço reconfortante...
Não sei o que fazer para te pedir desculpa... Mas, se eu não tivesse ficado longe de ti, hoje eu não entenderia tudo o que entendo hoje...
Li... Re-li... Todas as suas cartas inúmeras vezes... Será que os bons momentos nunca valeram nada para mim? Desculpe-me mais uma vez... Eu não me deixei respirar, e também te deixei sem ar... Até hoje continuo sem respirar... Sufocada nos meus próprios pensamentos...
Não, não tenho certeza de nada... Até te ver... O medo do desconhecido me consome... Impede-me de fazer algo... Até mesmo de devolver algo que acredito, no momento, ser ainda teu...
Estou esperando o momento para te ver... E se for tarde demais como no sonho... É acho que te perdi...
Saí de casa, para poder respirar... Mas com a vontade impertinente de te ver... Se te vi? Vi, sim... Estavas no alto... Mas, não tinha como olhar para ti sem que percebesse... Eu preciso pensar... Preciso te esquecer..."



